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	<title>Reino Selvagem</title>
	<link>http://www.reinoselvagem.com.br</link>
	<description>Cultura Exótica &#038; Faça você Mesmo</description>
	<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 13:54:06 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Uma carteira boa pra k7</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 03:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cel. Von Lehmann</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Faça você mesmo]]></category>

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		<description><![CDATA[Se discos de vinil lembram aos anos 50, fitas cassete são definitivamente ícones dos 80. Tanto para o mundo da música quanto dos computadores pessoais, pois as fitas já eram multimídia, pois podiam tanto tocar um som quanto carregar programas de computador.
Quase um pen drive em slow motion, você tocava a fita e ficava ouvindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2009/01/k7.jpg" target="_blank"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2009/01/k7.jpg" border="0" height="336" width="480" /></a><br /><span style="color: #660000; font-weight: bold; font-size: 78%"></span><strong>Se discos de vinil lembram aos anos 50, fitas cassete são definitivamente ícones dos 80. Tanto para o mundo da música quanto dos computadores pessoais, pois as fitas já eram multimídia, pois podiam tanto tocar um som quanto carregar programas de computador.<br /></strong></p>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2009/01/expltape.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" target="_blank"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2009/01/expltape.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" align="left" border="0" height="414" width="160" /></a>Quase um pen drive em slow motion, você tocava a fita e ficava ouvindo estranhos sons de máquina (não muito diferente dos estranhos barulhos da internet em linha discada, referência  mais recente que consigo imaginar) para depois de 30 minutos desta opereta alienígena termos um simples software carregado em nossos humildes computadores.</p>
<p>Não posso afirmar que as pessoas esperavam impacientemente pelo advento do driver de leitura de disquetes, mas posso confirmar que as pessoas já estavam sem paciência com os gravadores utilizados nos computadores.</p>
<p>As fitas foram boas companheiras deste Coronel que vos escreve, por 2 motivos principais:</p>
<p>A – Fitas cassetes não tinham agulhas como discos, então as pessoas mais atrapalhadas podiam tocar música sem danificar a mídia.</p>
<p>B – Eram portáteis, podendo se ouvir no carro e na rua em movimento. Coisa impraticável com as ditas “bolachas”de vinil.</p>
<p>Talvez muitos podem afirmar que o aparecimento do CD foi uma solução para diversas demandas de mercado, afinal você tinha uma ótima qualidade de som, mas não tinha que ficar operando algum objeto delicado como uma agulha, conseguiria ouvir em qualquer lugar como os cassetes mas poderia pular diretamente de uma canção para outra. Assim conhecendo a evolução das necessidades não fica difícil entender as soluções da tecnologia.</p>
<p>Imagino o choque de realidade quando meus netos me chamarão de um vovô quadrado por me achar muito moderno enviando e-mails enquanto isso estiver se tornando extinto, imagino o seguinte argumento flutuando no ar:  Poxa Vô ninguém mais usa e-mail, isso é coisa do século passado, manda um holograma pelamordedeus!</p>
<p>Todos tem o direito de se sentirem velhos, passamos quase uma década sem um definição de década em si, nos referindo sobre essa década como o período  dos anos 2000 (tudo com essas casas decimais iniciando com 2 na frente soava como muito avançado no passado). Como se não bastássemos já ficarmos confusos o suficiente deste futuro que sempre nos falarem não ter carros voadores, ainda teremos como agravante entrarmos na década de 10, o que nos remete totalmente ao passado e não ao futuro.</p>
<p>Em vez de entrarmos no futuro de foguetes nos levando para casa os substituímos por carroças. Dá para deixar qualquer dito moderno no chão.</p>
<p>Já havíamos falado sobre disquinhos de vinil com<strong> <a href="http://www.reinoselvagem.com.br/hit-parede/">Fido Nesti</a></strong>, agora fitas cassete e em breve há uma certa incógnita pela frente, não pelo que fazer pelos Cds, mas se haverá algum reuso realmente atraente para as fitas de vídeo VHS, que realmente não tinham nenhum apelo estético das alternativas anteriores.</p>
<p>Hoje nossas antigas fitas cassete fariam parte de uma grande compilação de plásticos inúteis se não tivessem uma maravilhosa vantagem: Elas são de bolso! Assim como as nossas carteiras!</p>
<p>Então, porque não utilizar uma como a nossa carteira? Conseguimos assim acabar com aquela bizarra necessidade de termos que ter dinheiro para comprar uma carteira, ou ficar sem grana por ter comprado uma. Façamos em 3 passos:</p>
<p><strong>FIGURA &#8220;A&#8221;</strong><strong> </strong></p>
<p>Abra o cassete, retire o miolo e com um estilete retire todas as rebarbas de encaixe das duas faces da fita.</p>
<p><strong>FIGURA </strong><strong>&#8220;B&#8221;</strong></p>
<p>Peque um pedaço de plástico fino, como de uma pasta escolar, apóie a fita, desenhe a silhueta do cassete e corte. Faça uma para cada lateral.</p>
<p><strong>FIGURA </strong><strong>&#8220;C&#8221;</strong></p>
<p>Costure um zíper de 30 cm em cada pedaço de plástico, agora que você já tem uma bolsinha funcional cole uma lateral da fita em cada plástico.</p>
<p>Agora você pode sacar seu dinheiro sem rolo!</p>
<p><strong>E não faça mais fita!</strong></p>
<p>Aloha,</p>
<p>Coronel Von Lehmann</p>
<p>Este artigo também esta disponível em uma versão pocket na <a href="http://mypix.terra.com.br/revistas/pix_25.html" target="_blank">Revista Pix #25</a><br /><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/" rel="license"><br /><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="Creative Commons License" style="border-width: 0pt" /></a></p>
<p><strong>Artigos relacionados: </strong></p>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/jogue-no-joystick/" set="yes" linkindex="37"><strong>Jogue no joystick</strong></a><br /><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/jogue-no-joystick/" set="yes" linkindex="38"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/10/joysticks.jpg" title="Joysticks" alt="Urso" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/hit-parede/" set="yes" linkindex="67"><strong>Hit Parede</strong></a><br /><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/hit-parede/" set="yes" linkindex="68"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2007/07/thumbfido.jpg" title="fidonesti.jpg" alt="fidonesti.jpg" border="0" /></a></p></p>
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		<title>Jogue no joystick</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 23:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cel. Von Lehmann</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Faça você mesmo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Cada ano que passa vamos ganhando mais espaço nos discos rígidos de nossos computadores, tocadores de mp3, celulares e afins&#8230; Impressionante pensar que os primeiros videogames domésticos como o Atari tinham menos memória que um chip de celular. Algo por sinal muito superior a capacidade dos computadores que auxiliaram os astronautas nos módulos lunares nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/10/joy.jpg" target="_blank"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/10/joy.jpg" border="0" height="336" width="480" /></a><br />
<span style="color: #660000; font-weight: bold; font-size: 78%"></span><strong>Cada ano que passa vamos ganhando mais espaço nos discos rígidos de nossos computadores, tocadores de mp3, celulares e afins&#8230; Impressionante pensar que os primeiros videogames domésticos como o Atari tinham menos memória que um chip de celular. Algo por sinal muito superior a capacidade dos computadores que auxiliaram os astronautas nos módulos lunares nos anos 60.<br />
</strong></p>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/10/instrjoy.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" target="_blank"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/10/instrjoy.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" align="left" border="0" height="414" width="160" /></a>Isso somado ao fato de ainda não termos tecnologia telescópica para ver nenhum vestígio das missões americanas em nosso único satélite natural me fazem (como muitos) perguntar se esta mágica desta jornada ocorreu no espaço ou na terra. De todo modo já temos muitas teorias conspiratórias na web para divagações neste artigo.</p>
<p>Analisar o passado ajuda na reciclagem de idéias e conceitos, ainda mais para este velho Coronel que lembra de tempos não tão remotos, aonde qual óculos escuros eram baratos e celulares eram caros.</p>
<p>Valores atualmente mudam com tal velocidade que fica difícil não se embasbacar com a frágil data de validade dos produtos tecnológicos:</p>
<p>A última palavra hoje é o lixo de amanha.</p>
<p>Mesmo os games ainda colecionados por muitos já podem ser emulados no computador. Então, por que ocupar espaço em casa com eles?</p>
<p>Joguemos tudo no lixo! Certo?</p>
<p>Por bem ou por mal estas palavras não pertencem ao dicionário do Reino Selvagem.Sabe quanto lixo produzimos ao trocar tudo todo ano só para ter o produto “do ano”?</p>
<p><strong>Aproveitemos a onda de revival dos games de outras eras e tomemos vantagem que muitos armários estão abarrotados destes consoles empoeirados. Ao invés de descartarmos, façamos um tributo eletrônico dando nova vida aos icônicos joysticks de games.</strong></p>
<p>Se você não pode mais jogar com eles, ainda pode jogar coisas neles! Transformemos estas velhas peças e obsoletas em um belo pendurador de acessórios, como sempre, em 3 simples passos:</p>
<p><strong>FIGURA “A “</strong></p>
<p>Com uma chave de fenda abra o joystick e retire toda a fiação e cabos inúteis.</p>
<p><strong>FIGURA ” B “</strong></p>
<p>Coloque um prego ou parafuso em cada lugar da parede que você quer o seu pendurador.</p>
<p><strong>FIGURA ” C “</strong></p>
<p>Esquente uma chave de fenda (ou produto similar) no fogão e utilize esta para abrir um furo na base de apoio do joystick, esse buraco vai servir como o encaixe para sua ação n FIGURA A.</p>
<p><strong>Agora é so jogar seus trecos!</strong></p>
<p>Se você não tem mais esta maravilhosa matéria prima esquecida em seu lar, pergunte a seus amigos, dizem que o lixo de uns é o tesouro de outros. Quero fazer um agradecimento especial a nossa colaboradora <strong><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/espelhos-com-a-sua-cara/">Roberta Martinho</a> </strong>pela parede amarela!</p>
<p><strong>Que comecem os jogos!</strong></p>
<p>Coronel Von Lehmann</p>
<p>Este artigo também esta disponível em uma versão pocket na <a href="http://mypix.terra.com.br/NovoProjeto/home.php" target="_blank">Revista Pix #24</a><br />
<a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/" rel="license"><br />
<img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="Creative Commons License" style="border-width: 0pt" /></a></p>
<p><strong>Artigos relacionados: </strong></p>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/customize-o-seu-gato/"></a><strong><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/magnetismo-pessoal/" set="yes" linkindex="61">Magnetismo Pessoal</a><br />
</strong><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/magnetismo-pessoal/" set="yes" linkindex="62"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2007/07/thimbima.jpeg" title="magnetos.jpeg" alt="magnetos.jpeg" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/hit-parede/" set="yes" linkindex="65"><strong>Hit Parede</strong></a><br />
<a href="http://www.reinoselvagem.com.br/hit-parede/" set="yes" linkindex="66"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2007/07/thumbfido.jpg" title="fidonesti.jpg" alt="fidonesti.jpg" border="0" /></a></p>
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		<title>Parkour para garotas!</title>
		<link>http://www.reinoselvagem.com.br/parkour-para-garotas/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 15:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cel. Von Lehmann</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Expedições]]></category>

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		<description><![CDATA[
Foto central (da esquerda para a direita): Juliana, Priscila, Thaís, Daniela, Poliana, Isis, Diana, Larissa, Mariana e Fabiana.

Existem vários esportes remodelados em ambientes urbanos, como o basquete no concreto dos guetos americanos, o surfe no asfalto dos skates e, no caso deste Coronel e um grupo seleto de aventureiros, o Cross Urbano – mix de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/parkour1.jpg" target="_blank"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/parkour1.jpg" border="0" height="336" width="480" /></a><br />
<span style="color: #660000; font-weight: bold; font-size: 78%">Foto central (da esquerda para a direita): Juliana, Priscila, Thaís, Daniela, Poliana, Isis, Diana, Larissa, Mariana e Fabiana.<br />
</span></p>
<p><strong>Existem vários esportes remodelados em ambientes urbanos, como o basquete no concreto dos guetos americanos, o surfe no asfalto dos skates e, no caso deste Coronel e um grupo seleto de aventureiros, o Cross Urbano – mix de downhill, crosscoutry e corrida de demolição de bicicleta pelas ruas de São Paulo. Mas isso já é uma outra história.</strong></p>
<p>Transformar obstáculos da cidade em plataformas para a prática de esporte sempre chamou meu interesse. Talvez por ter tido uma infância aonde tudo era uma desculpa para suar a camisa: tanto nos esportes quanto nas brincadeiras. Mesmo as meninas viviam pulando elástico e corda compulsivamente, quando não estavam atirando um monte de almofadinhas de arroz para cima para pegar tudo com as mãos….</p>
<p>Uma prática que se tornou bastante divulgada no mundo da propaganda chegando a ponto de merecidamente ser inserida em um filme do James Bond foi o Parkour; Uma atividade dinâmica e atlética que só de ver me inspira a sair pulando.</p>
<p>Penso em muitas vezes naquelas situações em que alguém usa um aspirador com tanta habilidade que você fica até com vontade sair aspirando, já passou por algo parecido? Se sim entende sabe que não basta uma fantasia de Super-homem e saltar do alto de um prédio. Tem que saber o que faz. De todo modo qualquer atividade física que envolva molecagem tem o selo de aprovação Von Lehmann.</p>
<p>Voltando ao assunto, para minha sorte o Parkour se tornou um pouco mais próximo, pelo fato da irmã de uma grande amiga ser uma praticante, inclusive com outras colegas. Assim, como o Reino Selvagem apóia diferentes visões sobre o ambiente urbano, assim como o famoso faça você mesmo, este assunto se tornou um preto cheio, pois envolve ambas as coisas.</p>
<p><strong>Sem mais delongas, apresento para nossos assíduos leitores Priscila Caccuri explicando em suas próprias palavras um pouco mais sobre a Liga Feminina de Parkour:</strong></p>
<p>Alguns gostam de chamar de esporte do “Homem Aranha” outros dizem que isso tudo é para fugir do muro da escola. Mas na verdade, todo praticante de Parkour, chamado de traceur ou traceuse (feminino), prefere descrever esta prática como uma atividade física de transpor obstáculos urbanos ou naturais, movimentando-se do ponto A ao B da forma mais eficiente possível.</p>
<p><strong>Difícil? Objetivo? Arriscado? Doloroso? Gratificante!</strong></p>
<p>O Parkour, uma variação do termo francês pra “percurso”, além de ser uma tribo urbana é uma disciplina com influência de treinamentos militares, ginástica olímpica, artes marciais e até mesmo de danças. Aliás, seus movimentos muitas vezes remetem àqueles praticados na infância, desenvolvendo visão espacial, testando novas sensações, criando formas de comunicação que atrai olhares não por uma causa, mas por uma conseqüência.</p>
<p>A primeira vez que soube desta prática criada na França por David Belle, foi assim: “FILHA! Olha essa reportagem! É a sua cara!”.</p>
<p>Insanidade? Bom, eu praticava dança contemporânea há oito anos, tinha jogado basquete por outros quatro, talvez minha mãe pensasse que era uma espécie de dança no concreto. E mal ela imaginava que em uma semana eu conheceria praticantes de Parkour pelo Orkut, marcaria um treino no fim de semana seguinte e sairia sozinha pulando com mais uns 20 garotos. <strong>GAROTOS.</strong></p>
<p>Fazer Parkour já é estranho, agora imagine voltar para casa com um hematoma na perna, arranhão no braço e um sorriso enorme: SUBI NO MURO!<br />
Mamãe ligava: “Filha, tem mais meninas com você?”<br />
Eu respondia: “Claro, mãe! Tem mais umas 3 aqui!”</p>
<p>Essa resposta demorou dois anos para se tornar verdadeira, pois agora muitos eventos de Parkour têm acontecido e reúnem praticantes do país inteiro e até convidados internacionais. Em julho de 2008 ocorreu o 3º Encontro Paulista de Parkour que reuniu representantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Maringá, Florianópolis, Itajaí, Porto Alegre, Sorocaba, Campos do Jordão, Campinas, Jundiaí e São José dos Campos, com presença em número recorde de 10 meninas! (Havia umas 100 pessoas no evento, enfim!).</p>
<p>A importância dos eventos é que eles aumentam o convívio, a troca de experiências e o exercício de cooperação. O que estimula uma prática independente e contínua, desenvolvendo habilidades físicas, mentais e comportamentais, como: força, impulsão, coordenação, observação, controle, paciência, cooperação, comunicação, humildade e respeito.</p>
<p>A maioria das meninas inicia seus treinos de Parkour quando alguém muito íntimo já está praticando, geralmente o namorado, o irmão, melhor amiga ou amigo. É natural sentir-se mais confortável quando acompanhado, mas como o Parkour é uma prática autônoma e uma disciplina é preciso se desprender desta “zona de conforto”.</p>
<p><strong>No início as garotas têm a impressão de que o ambiente é totalmente masculino, mas acabam se surpreendendo com o incentivo dos praticantes, que se orgulham e vibram com a evolução feminina. Cria-se um clima amigável entre homens e mulheres, pois esta convivência saudável é a base para a concentração.</strong></p>
<p>Na mídia pergunta-se muito sobre a diferença de força muscular e flexibilidade entre homens e mulheres, mas essa é uma discussão biológica. Uma perspectiva mais interessante é analisar o repertório motor do ser humano que é determinado culturalmente. Seria o histórico de experiências do seu próprio corpo. Na infância os meninos são mais estimulados a subir em árvores, jogar bola na rua, andam sozinhos mais cedo e é esse contato com a cidade e com o concreto que mais diferencia: a experiência e a familiaridade com o espaço.</p>
<p>Um exemplo clássico: quando crianças em desenvolvimento estão muito ativas alguns pais têm o costume de colocar os meninos no futebol para gastarem as energias e as meninas no balé para saberem contê-las. Nestes ambientes onde a quantidade de garotos ou garotas é predominante pode-se dizer, segundo a filósofa Judith Butler (1993, Bodies that matter), que masculinidades e feminilidades são construídas a partir da sedimentação de ações no cotidiano.</p>
<p>Uma questão pontual são as diferentes maneiras como homens e mulheres tomam decisões sob os efeitos de tensão, dor, pressão social e auto cobrança. Pois segundo a historiadora Joan Scott (1996, Gênero: uma categoria útil para a análise histórica), o princípio de masculinidade baseia-se na repressão necessária dos aspectos femininos.</p>
<p>Eles lidam desde cedo com o enfrentamento, a virilidade, o adversário, o brusco contato corporal e a atividade constante do corpo. Aliás, a defesa pessoal é tida mais como um valor do que uma habilidade. E elas são estimuladas à delicadeza, sensibilidade, expressividade. Ou seja, em geral os meninos exercitam mais cedo o controle do corpo quando submetidos a um turbilhão de emoções intensas.<br />
<strong><br />
Todavia, o que torna o Parkour compatível com garotas nos dias atuais é o fato da cultura social agora enxergar a coragem, a iniciativa e a independência como valores não só admiráveis, mas necessários para homens e mulheres.</strong></p>
<p><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LxpACa88Tpw&#038;hl=en&#038;fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LxpACa88Tpw&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>No Brasil o Parkour Feminino têm se desenvolvido em quantidade e principalmente em sua qualidade. É difícil desafiar os próprios limites quando os parâmetros são unicamente masculinos e por isso as traceuses têm se arriscado mais, se exposto mais e superado mais medos.</p>
<p>Esta atividade física é individual, mas esta prática como um todo nunca está isolada. Há sempre uma comunicação com um conjunto, seja por linguagem corporal ou verbal. Ela é independente de gênero, raça, cor ou idade, mas sempre está carregada de especificidades que nos torna únicos e mais complexos.</p>
<p>Para saber mais sobre o Parkour, acesse:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=KVILYuq7ZKs" set="yes" linkindex="17" target="_blank"><strong>Vídeo da equipe BR Tracer</strong></a></p>
<p><a href="http://www.leparkourbrasil.com.br/" set="yes" linkindex="18" target="_blank"><strong>Site do grupo Le Parkour Brasil</strong></a></p>
<p><a href="http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=185400" set="yes" linkindex="19" target="_blank"><strong>Comunidade no Orkut</strong></a></p>
<p><strong>Viva à diferença! Trace um percurso diferente.</strong></p>
<p>Priscila Caccuri</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/" rel="license"><img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="Creative Commons License" style="border-width: 0pt" /><br />
</a></p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/" rel="license"></a></p>
<h3><strong>Artigos relacionados:</strong></h3>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/deuses-urbanos/"><strong>Deuses Urbanos</strong></a><br />
<a href="http://www.reinoselvagem.com.br/deuses-urbanos/"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2007/07/thumbdeuses.jpg" title="deuses.jpg" alt="deuses.jpg" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/a-hora-do-6emeia/"></a><strong><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/terra-de-gigantes/"><strong>Terra de gigantes</strong></a></strong><br />
<a href="http://www.reinoselvagem.com.br/terra-de-gigantes/"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2007/07/thumbterra.jpg" title="gigantes.jpg" alt="gigantes.jpg" border="0" /></a></p>
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		<item>
		<title>Fazendo um urso verde</title>
		<link>http://www.reinoselvagem.com.br/fazendo-um-urso-verde/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 04:04:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cel. Von Lehmann</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Faça você mesmo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não queremos ser como nossos pais, por este motivo ao termos filhos compramos veículos com aparência esportiva ao invés daquela velha perua familiar careta. Na verdade tudo é a mesma coisa, só muda a embalagem.

Uma nova fase da decoração que se assemelha com isso é a redescoberta do Rococó.
Aqueles objetos que repudiavamos em meados dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/07/ursoverde.jpg" target="_blank"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/07/ursoverde.jpg" border="0" height="336" width="480" /></a><br />
<span style="color: #660000; font-weight: bold; font-size: 78%"></span><strong>Não queremos ser como nossos pais, por este motivo ao termos filhos compramos veículos com aparência esportiva ao invés daquela velha perua familiar careta. Na verdade tudo é a mesma coisa, só muda a embalagem.<br />
</strong></p>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/insturso.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" target="_blank"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/insturso.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" align="left" border="0" height="414" width="160" /></a>Uma nova fase da decoração que se assemelha com isso é a redescoberta do Rococó.</p>
<p>Aqueles objetos que repudiavamos em meados dos ano 70 e 80 como candelabros, castiçais, cadeiras que parecem ter vindo de uma corte francesa entre outros elementos de gosto anteriormente duvidosos estão de volta.</p>
<p>O que muda agora?</p>
<p>Em muitos casos o material: O metal substituido por acrilico colorido, as cores sóbrias trocadas por cores fortes e clean&#8230;uma releitura com novos valores de estética, levando a uma leveza e aparência.</p>
<p>Troféus com cabeças de animais, peles em tapetes e casacos ficaram tão incorretos quanto fumar. Mas seu Coronel sabe nenhum destes atos tem a matança justificada.</p>
<p>Mas troféus, como cabeças de animais tinham seu lado divertido, se pudéssemos excluir a matança sem sentido.</p>
<p>Que tal um urso ecológico? O divertido nestes tapetes é a forma e não o material.</p>
<p>Basta comprar um tecido da cor e densidade que você quiser e cortar na silhueta do urso, dando aconchego a sua sala sem complexo de culpa. Como um caçador em busca de sua presa, tivemos a ajuda para compor nosso protótipo do multi artista  e amigo dos animais <strong><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/customize-o-seu-gato/">Alexandre Kanashiro</a></strong>.</p>
<p>Agora esta será a sua mais fácil missão do Reino, graças a colaboração de um arquivo com as linhas guias, basta você seguir as instruções de montagem:</p>
<p><strong>FIGURA “A “</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/08/urso.jpg" target="_blank">Clique aqui</a></strong> e copie o arquivo de referência. Imprima ele em uma impressora comum.</p>
<p><strong>FIGURA ” B “</strong></p>
<p>Com um pedaço  de tecido de aproximadamente 2 metros (pode ser), desenhe com um lápis o grid de sua impressão em uma proporção maior e comece a replicar o desenho quadrado a quadrado.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> faça o desenho nas costas do tecido, para que seu desenho de base não fique a mostra no tapete.</p>
<p><strong>FIGURA ” C “</strong></p>
<p>Corte o desenho com um estilete ou uma tesoura, dependendo da consistência do material.</p>
<p>E lembre-se que o velho não é ruim e ultrapassado, um conceito as vezes só precisa de uma releitura para se tornar atraente de novo.</p>
<p><strong>Boa caçada a todos!</strong><span style="color: #ffffff"></span></p>
<p>Coronel Von Lehmann</p>
<p>Este artigo também esta disponível em uma versão pocket na <a href="http://mypix.terra.com.br/revistas/pix_22.html" target="_blank">Revista Pix #24</a><br />
<a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/" rel="license"><br />
<img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="Creative Commons License" style="border-width: 0pt" /></a></p>
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<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/arqueologia-de-azulejos/"></a><strong><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/customize-o-seu-gato/">Customize o seu gato</a><br />
</strong><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/customize-o-seu-gato/"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2007/09/thumbgato.jpg" title="gato.jpeg" alt="gato.jpeg" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/aperitivos-para-os-bicoes/"><strong>Aperitivos para os bicões<br />
</strong></a><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/aperitivos-para-os-bicoes/"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2007/07/thumbbico.jpg" title="bicoes.jpg" alt="bicoes.jpg" align="top" border="0" /></a></p>
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		<title>Um peixe puxa-saco</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 05:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cel. Von Lehmann</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Faça você mesmo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Incrível pensar que até em desenhos chineses é possível cavar um buraco e parar na China. A cultura das animações nos ensina por exemplo que os pássaros voam para o sul no inverno. Para quê? Congelar mais rápido? Os sul dos estado unidenses é Miami, enquanto quem vive mais para baixo pensa na Patagônia.

Me pergunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/07/fish.jpg" target="_blank"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/07/fish.jpg" border="0" height="353" width="480" /></a><br />
<span style="color: #660000; font-weight: bold; font-size: 78%"></span><strong>Incrível pensar que até em desenhos chineses é possível cavar um buraco e parar na China. A cultura das animações nos ensina por exemplo que os pássaros voam para o sul no inverno. Para quê? Congelar mais rápido? Os sul dos estado unidenses é Miami, enquanto quem vive mais para baixo pensa na Patagônia.<br />
</strong></p>
<p><a href="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/07/explfish.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" target="_blank"><img src="http://www.reinoselvagem.com.br/wp-content/uploads/2008/07/explfish.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" align="left" border="0" height="414" width="160" /></a>Me pergunto se no Japão o Brasil seria considerado o outro lado do mundo, pois em matéria de distância ambos os países se localizam em extremos opostos.</p>
<p>Aprendemos na imigração japonesa a existência de outras perspectivas culturais, mostrando que expressões como quem tem pressa come crú não se aplicam em um Sushi Bar.</p>
<p>Em São Paulo o acesso ao universo oriental não é um privilégio de poucos. Altualmente existem na cidade mais restaurantes japoneses que churrascarias.</p>
<p>O bairro da Liberdade tem milhões de acessórios e decorações curiosas, algumas mais do que outras devido a pouca tradução de suas embalagens, estas por sinal tão atraentes que esquecemos que nem todos ocidentais tem paladar para doce de feijão.</p>
<p>Um clássico japonês é aquele tipo de biruta (instrumento que parece um coador de café feito de pano, que diz a direção do vento nos aeroportos) que tem um desenho em forma de peixe.</p>
<p>Este peixe-biruta, é esteticamente lindo, porém para muitos que não tem um lugar com vento par pendurá-lo fica um tanto sem função. Quem mora em apartamentos e não tem uma parte “de fora” o usaria somente para fins decorativos.</p>
<p><strong>Juntando o agradável ao útil seu Coronel bolou uma saída, um belo puxa-saco. Para quem nunca viu ou simplesmente não conhece por este nome estamos falando daqueles porta sacolas plasticas de supermercado, que ficam armazenadas em um tubo de tecido a esperando a hora de serem recicladas como saquinhos de lixo.</strong></p>
<p>Não entrarei na famosa polêmica do que devemos fazer com estas sacolas plásticas, sei que muitas pessoas já trazem sacolas de pano para o supermercado justamente para evitar de as levar para casa. Mas aonde o lixo fica embalado depois? Saquinhos de lixo? Quero por favor mais argumentos para entender porque saquinhos de lixo comprados podem ser melhores que sacolas plásticas recicladas.</p>
<p>De qualquer modo este tipo de peixe pode comportar qualquer variação de estilo. Uma grande vantagem dos puxa-sacos é que eles não ficam presos a opiniões.</p>
<p>Não vê a hora de ter o seu? Então vamos lá:</p>
<p><strong>FIGURA “A “</strong></p>
<p>Consiga um peixe, as boas casas orientais do ramo estão apinhadas deles.</p>
<p><strong>FIGURA ” B “</strong></p>
<p>Você vai precisar de linha e agulha, assim como um elástico de roupa. Faça um círculo com o elástico da tamanho de uns 25 centímetros e amarre bem as pontas com um nó.</p>
<p><strong>FIGURA ” C “</strong></p>
<p>Costure o elástico internamente no rabo do peixe, deixando que este fique como um funil feito de tecido.</p>
<p>Pronto! Seu peixe esta pronto para ser atochado de saquinhos e os desovar sempre que você precisar.</p>
<p>Este com certeza vai ser um peixe que você não vai querer vender.</p>
<p><strong>Banzai!</strong><span style="color: #ffffff"></span></p>
<p>Coronel Von Lehmann</p>
<p>Este artigo também esta disponível em uma versão pocket na <a href="http://mypix.terra.com.br/revistas/pix_21.html" target="_blank">Revista Pix #21</a><br />
<a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/" rel="license"><br />
<img src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="Creative Commons License" style="border-width: 0pt" /></a></p>
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